Um pastor foragido da Justiça brasileira, acusado de abuso sexual, foi preso no Paraguai em uma operação conjunta da Interpol. O comissário Juan Fretes detalhou o procedimento e o andamento das investigações.
Abuso Sexual
A investigação do Ministério Público não encontrou evidências de abuso sexual contra o menino de 7 anos morto pela mãe em Lambaré, que depois cometeu suicídio. A denúncia feita pela mulher em redes sociais não foi corroborada por exames ou testemunhos, e a proprietária do inquilinato onde ocorreu a tragédia afirmou que a mãe tinha problemas de saúde mental e havia sido internada em um centro psiquiátrico.
Uma mulher matou o filho de 7 anos e se suicidou em Lambaré, deixando carta que atribuía o ato a suposto abuso sexual pelo pai. O Ministério Público informou que a denúncia nunca foi confirmada: exame médico não encontrou lesões e a criança não conseguiu relatar os fatos.
A agente fiscal Amelia Bernal detalhou as falhas na investigação de uma denúncia de abuso sexual que antecedeu o filicídio seguido de suicídio em Lambaré. A mãe da vítima apresentou comportamento contraditório, tentou se jogar na frente de um veículo com o filho e ameaçou se atirar do telhado, mas o menino foi resgatado e entregue a uma tia. Exames médicos descartaram violência física e sexual, e a criança não compareceu a entrevistas psicológicas, impedindo a imputação de qualquer suspeito.