No quarto aniversário do assassinato do fiscal Marcelo Pecci, seu irmão Francisco criticou duramente a falta de resultados das investigações no Paraguai, apontando falhas nas gestões de Sandra Quiñónez e Emiliano Rolón, e alertou que o país corre o risco de se consolidar como uma 'narconação'.
Impunidade
O roubo de autopeças no Paraguai deixou de ser crime de oportunidade e se transformou em uma indústria ilícita estruturada, movimentando milhões por dia. A modalidade de pedido sob encomenda impulsiona o mercado negro, com peças sendo vendidas abertamente em redes sociais. Em Assunção, chegam a ser registrados até 250 roubos por dia, e a impunidade é alta, com detidos sendo liberados em menos de 24 horas.