O regime de maquila no Paraguai vive seu melhor momento, impulsionado pelo setor de confecções. A aliança entre Texcin e o grupo Dass resultou na Dass-Tex, que já investiu mais de US$ 40 milhões e planeja gerar 1.200 postos de trabalho. Marcas como Nike, Umbro e Asics devem começar a produzir no país em breve.
Fila
Cobertura da Pytagua mencionando Fila.
O regime de maquila paraguaio atrai marcas como Lacoste, Wrangler, Fila e Good American, que já produzem no país. O sistema oferece isenção de impostos sobre insumos e maquinários, desde que o produto final seja exportado. Além da confecção, o setor se expande para serviços como telemedicina e desenvolvimento de software, concentrando-se em quatro zonas estratégicas.
O grupo brasileiro Dass, fabricante de calçados e vestuário para marcas como Nike, Adidas, Fila e Umbro, anunciou investimento de cerca de US$ 40 milhões para instalar uma planta em Mariano Roque Alonso, próximo a Assunção, sob o regime de maquila. A empresa já gera cerca de 600 empregos no país.
O regime de maquila no Paraguai registrou exportações de US$ 471 milhões no primeiro quadrimestre de 2026, com alta de US$ 83 milhões ante o mesmo período de 2025. O setor gerou 1.154 novos empregos e aprovou 24 novos programas de investimento. Além disso, marcas como Fila, Umbro, Nike, ASICS e Champion já produzem no país, com destaque para a parceria entre Grupo Texcin e Grupo Dass.
O Grupo Dass, fabricante brasileiro de marcas como Nike, Adidas, Fila, Umbro, Asics e Champion, transferiu sua linha de produção da Argentina para o Paraguai, atraído por incentivos fiscais do Régimen de Maquila. A nova planta, inaugurada em março, recebeu investimento de US$ 40 milhões. Enquanto a fábrica em Coronel Suárez (Buenos Aires) foi fechada, a unidade em Eldorado (Misiones) opera com capacidade reduzida, gerando incertezas entre os trabalhadores.