O Instituto de Previsión Social (IPS) anunciou a retirada de 817 produtos de seu vade-mécum, com previsão de novas exclusões. A medida visa cortar gastos e combater focos de corrupção, segundo o presidente Isaías Fretes.
Parque Sanitario
Cobertura da Pytagua mencionando Parque Sanitario.
A Auditoria Geral do Poder Executivo constatou que o IPS cumpriu apenas 2,5% das recomendações de controle durante a gestão de Jorge Brítez. Foram identificados dois sistemas contábeis com saldos divergentes, pagamentos a fornecedores sem comprovação de entrega e um pagamento milionário à empresa de limpeza Cevima sem contrato vigente. O novo presidente, Isaías Fretes, anunciou medidas de reestruturação.
O Instituto de Previsión Social (IPS) do Paraguai anunciou a exclusão de 817 medicamentos e insumos do seu vademécum, como parte de uma ampla revisão administrativa e financeira. A medida visa eliminar produtos obsoletos ou sem utilidade comprovada, enquanto a instituição enfrenta denúncias de desabastecimento e irregularidades em compras e gestão de imóveis. O presidente do IPS, Isaías Fretes, e o auditor geral do Poder Executivo, Alberto Cabrera, lideram a auditoria que abrange contratos de aluguel, propriedades e estoques.
O Instituto de Previsión Social (IPS) do Paraguai ativou um plano de contingência diante do desabastecimento e transferiu aos médicos a definição do vademécum, após constatar que apenas 200 medicamentos (45% do total) consomem 95% dos recursos disponíveis. A medida busca eficiência e eliminação de insumos desnecessários.