O Tribunal Superior de Justicia Electoral (TSJE) do Paraguai não executou a póliza de garantia de manutenção de oferta do Consorcio Comitia MSA, apesar de irregularidades graves na licitação cancelada de 2025. De acordo com o ABC Color, o TSJE não denunciou as irregularidades à Direção Nacional de Contratações Públicas (DNCP) e também não executou a garantia de manutenção de oferta.
O Consorcio Comitia MSA, representado por Francisco Pérez Quintana, Juan Pablo Prezzoli e Nicolás Geraldo Nelson Deane, foi desqualificado na primeira licitação, mas acabou sendo premiado com um contrato de US$ 35 milhões na segunda licitação para o aluguel de máquinas de votação para as próximas eleições internas e municipais.
O diretor de Administração e Finanças do TSJE, Daniel Echagüe, alegou que não houve danos ou prejuízos à convocante, mas essa justificativa é contraditória com a própria cancelação da primeira licitação, que se fundamentou na possibilidade de danos ou prejuízos às contratantes.