A queda dos dois angiógrafos do Instituto de Previsión Social (IPS) obrigou a previsional a buscar alternativas para garantir o atendimento de seus segurados, especialmente em casos de urgência. O presidente do IPS, doutor Isaías Fretes, entrou em contato com a ministra da Saúde, doutora Teresa Barán, para utilizar a rede de hospitais públicos. Além disso, foi firmado um convênio com o Hospital de Clínicas para dar suporte aos pacientes que necessitam do serviço.
O gerente de Saúde do IPS, doutor Derlis León, informou que até quarta-feira cinco segurados foram atendidos no Hospital de Clínicas, número confirmado pelo doutor Elías Rolón, chefe do Serviço de Hemodinamia do IPS. León explicou que o convênio com Clínicas é semelhante ao que o IPS já mantém com o Hospital San Jorge, dependente do Ministério da Saúde Pública. Como o San Jorge está instalando um novo angiógrafo, foi necessário recorrer a Clínicas para atender os cinco pacientes.
O gerente destacou que o IPS já prestava suporte ao San Jorge em outras ocasiões e que o convênio com Clínicas será compensado com contraprestações de serviços. “Há sempre uma contraprestação que está sendo definida com o Hospital de Clínicas, seja em serviços ou eventualmente em algo que Clínicas possa necessitar, como fazemos com o San Jorge”, afirmou León.
Sobre os angiógrafos do IPS, León informou que um deles deveria ter voltado a funcionar na quarta-feira, mas o problema era maior do que o estimado inicialmente. O outro equipamento aguarda reposição de peças e deve ficar operacional em cerca de três semanas. A empresa Elizeche SAC, responsável pela manutenção, garantiu que, com os reparos adequados, os aparelhos — que já têm dez anos de uso — ainda têm vida útil. O IPS também anunciou que iniciará o processo de aquisição de três novos angiógrafos.
Enquanto isso, os pacientes com maior urgência são priorizados para atendimento no Hospital de Clínicas.