A promotora Marlene González confirmou que investiga a rastreabilidade de recursos movimentados pelo Banco do Brasil e pelo Banco Continental, ambos envolvidos no escândalo FIFAgate. O foco está em um complexo circuito de transferências internacionais e fideicomissos, enquanto a Conmebol, presidida por Alejandro Domínguez, mantém uma postura passiva.
Alejandro Domínguez
Cobertura da Pytagua mencionando Alejandro Domínguez.
Alejandro Domínguez, presidente da Conmebol e vice-presidente da FIFA, enfrenta uma denúncia interna de ética que alega que ele e outro alto funcionário receberam mais de US$ 5 milhões de fundos recuperados do escândalo de corrupção de 2015. A denúncia surge às vésperas da Copa do Mundo de 2026 e levanta questões sobre a transparência no comitê de ética da FIFA.
O presidente da Conmebol, Alejandro Domínguez, foi denunciado internamente por supostamente receber mais de 5 milhões de dólares de fundos recuperados do escândalo FIFAGate, segundo o The New York Times. A denúncia foi apresentada ao comitê de ética da FIFA há mais de um ano, e a entidade máxima do futebol mundial teria conhecimento do caso.
A Petropar recebeu a indenização integral de US$ 3,05 milhões referente à garantia bancária do contrato rescindido com a Doha Holding Group LLC, que não entregou 100 mil toneladas de diesel. O presidente da estatal, William Wilka, afirma que não houve dano patrimonial. A Direção Nacional de Contratações Públicas (DNCP) abriu sumário contra a empresa catari, mas excluiu Alejandro Domínguez Pérez, filho do presidente da Conmebol, por falta de participação comprovada no processo licitatório.
Após 16 anos de ausência, a classificação da Seleção Paraguaia para a Copa do Mundo de 2030, sob o comando de Gustavo Alfaro, gera expectativas econômicas e de projeção internacional. O Grupo D, com Estados Unidos, Turquia e Austrália, abre oportunidades para a Marca País, agroindústria, turismo e setores como vestuário e tecnologia, com destaque para a digitalização das Mipymes.
O presidente Santiago Peña é acusado de negar vínculos com um comunicador digital que recebeu credencial oficial, enquanto crescem as denúncias de uma campanha de difamação contra críticos do governo. O titular do Mitic é pressionado a renunciar por supostamente ocultar dados, e o presidente da Conmebol, Alejandro Domínguez, enfrenta acusações de corrupção vindas dos Estados Unidos.
O Ministério Público do Paraguai solicitou nesta segunda-feira 6 anos de prisão para o ex-dirigente esportivo Ramón González Daher, acusado de mentir sob juramento em 2021 durante um processo por difamação movido pelo presidente da Conmebol, Alejandro Domínguez. A defesa alega que o réu inventou uma renúncia voluntária à vice-presidência da Associação Paraguaia de Futebol (APF), mas documentos oficiais mostram que ele foi destituído por não passar em exame de idoneidade.
A Direção Nacional de Contratações Públicas (DNCP) do Paraguai concluiu que não há evidências de que Alejandro Domínguez Pérez, filho do presidente da Conmebol, tenha atuado diretamente no processo licitatório ou na execução do contrato de fornecimento de gasóleo entre a Petropar e a Doha Holding Group LLC. O órgão abriu sumário administrativo contra sete pessoas ligadas à empresa, mas excluiu Domínguez Pérez por falta de comprovação de exercício efetivo de funções de direção ou representação.
A promotora Andrea Vera solicitou nesta segunda-feira (18) a condenação do ex-dirigente esportivo Ramón González Daher a 6 anos de prisão por falso testemunho, durante os alegatos finais do julgamento. González Daher, que já cumpre pena de 15 anos por usura grave, lavagem de dinheiro e denúncia falsa, é acusado de mentir sobre os motivos de sua saída da Associação Paraguaia de Futebol (APF) em depoimento prestado em 2021.