Governo paraguaio descarta subsidiar voo direto para os EUA por inviabilidade econômica

O chefe de Gabinete da Presidência, Javier Giménez, afirmou que o Executivo analisou conceder subsídio mensal de US$ 360 mil à Gol para operar rota direta entre Paraguai e Estados Unidos, mas considerou o custo inviável no atual cenário de "economia de guerra".

O governo paraguaio descartou subsidiar um voo direto entre Paraguai e Estados Unidos após concluir que a proposta não era economicamente vantajosa, informou nesta quinta-feira (16) o chefe de Gabinete da Presidência, Javier Giménez.

Em entrevista à rádio 1080 AM, Giménez confirmou que o Executivo avaliou conceder ajuda financeira à companhia aérea Gol Linhas Aéreas para operar a conexão internacional, prática comum em diversos países para fomentar o turismo e ampliar a conectividade. No entanto, o montante estimado do subsídio — cerca de US$ 360 mil mensais — foi considerado inviável diante da atual conjuntura econômica.

“Fizemos a análise do subsídio à Gol para um voo direto aos Estados Unidos e não havia conveniência”, declarou o ministro. “A economia de guerra nos obrigou a descartar essa opção.”

Giménez defendeu as iniciativas do governo para fortalecer a conectividade aérea internacional do país, mas reiterou que, neste caso específico, o subsídio não se justificava. “Subsidiar companhias aéreas para gerar turismo é uma prática comum, mas neste caso não cabia”, concluiu.

Fontes (1)

Atualizado: 20 de mai. de 2026, 14:11