O Paraguai iniciou gestões com a Agência Internacional de Energia Atômica para estabelecer as bases de um programa de energia nuclear, visando diversificar sua matriz energética dominada por hidrelétricas.
Félix Sosa
Cobertura da Pytagua mencionando Félix Sosa.
A ANDE rejeitou formalmente o pedido da Atome PLC por tarifa preferencial de energia no Paraguai, após análise técnica e financeira concluir que não era viável conceder a tarifa fixa dolarizada de US$ 30 o MWh pleiteada pela empresa britânica.
A Atome PLC anunciou a decisão final de investimento de US$ 665 milhões para construir uma planta de fertilizantes verdes em Villeta, Paraguai, condicionada à aprovação de uma tarifa elétrica preferencial pela ANDE para garantir a viabilidade financeira do projeto.
O governo paraguaio defendeu a tarifa preferencial de US$ 30 por MWh concedida à empresa Atome para produção de fertilizantes verdes, argumentando que o valor é justificado pela eficiência operacional e baixas perdas de transmissão, enquanto o sindicato dos trabalhadores da ANDE e especialistas criticam a medida e apontam fragilidades regulatórias no setor elétrico.
A ANDE realizou uma audiência pública virtual com mais de 380 participantes sobre a licitação internacional para a construção da primeira grande usina solar fotovoltaica do Paraguai, com 140 MW de potência, em Loma Plata, no Chaco paraguaio, incluindo a montagem da planta, uma linha de transmissão de 7 km em 220 kV e a ampliação da subestação local.
O presidente da Administração Nacional de Eletricidade (ANDE), Félix Sosa, assegurou que o Paraguai tem capacidade de suprir a demanda energética do centro de dados de grande escala previsto no acordo com Taiwan, começando com 10 MW e podendo chegar a 100 MW. A recente regulamentação da lei de energias renováveis não convencionais deve apoiar o projeto.
O governo paraguaio regulamentou a Lei de Energias Renováveis Não Convencionais e a ANDE enviou o edital para a primeira grande licitação solar do país, um projeto de 140 MW em Loma Plata, no Chaco, que deve começar a operar em 2029.
A Administração Nacional de Electricidade (ANDE) avança em três licitações para adquirir mais de 159 mil medidores eletrônicos, enquanto estuda a viabilidade de comprar até 1 milhão de medidores inteligentes AMI. A iniciativa busca reduzir a dependência de leituras presenciais, atualmente feitas por apenas 400 funcionários para 1,8 milhão de clientes, e conter reclamações de sobrefaturamento.
A Administração Nacional de Eletricidade (ANDE) do Paraguai considera postergar a atualização das tarifas residenciais e comerciais até que as negociações com o Brasil sobre o novo Anexo C do Tratado de Itaipu sejam concluídas, previstas para meados deste ano. O presidente da estatal, engenheiro Félix Sosa, afirmou que a tarifa final dependerá diretamente desse acordo binacional, que definirá o preço da energia gerada pela hidrelétrica.