Cerca de 50 indígenas da comunidade Guakikua estão acampados há mais de três meses às margens da Rota PY02, em Coronel Oviedo, sem assistência do INDI ou da Gobernación de Caaguazú, sofrendo com frio, chuva e falta de abrigo.
Instituto Paraguayo del Indígena
Instituto encargado de asuntos indígenas en Paraguay.
Mães e alunos da comunidade indígena La Paciencia, em Puerto Pinasco, denunciam a ausência do programa Hambre Cero na escola local, afetando cerca de 50 crianças que dependem da refeição como principal alimento do dia.
O Ministério da Niñez e da Adolescência (MINNA) realizou na madrugada de 18 de maio uma operação de proteção que retirou 42 crianças e adolescentes indígenas das ruas de Ciudad del Este. Três estavam sem referência adulta; uma mulher reincidente e seus sete filhos foram encaminhados ao Centro Abierto Refugio. As demais foram levadas de volta a suas comunidades nos departamentos de Guairá, Caazapá e Alto Paraná, após passarem por inspeção médica da Clínica Móvel do Ministério da Saúde.
Na madrugada de 18 de maio, o Ministério da Niñez e da Adolescência (MINNA) coordenou uma operação interinstitucional que retirou 42 crianças e adolescentes indígenas das ruas de Ciudad del Este, no departamento de Alto Paraná. Três menores estavam sem referência adulta; uma mulher reincidente e seus sete filhos foram levados ao Centro Abierto Refugio do MINNA por ordem judicial. Os demais foram submetidos a exames médicos e encaminhados de volta às suas comunidades de origem em Guairá, Caazapá e Alto Paraná.
O Ministério da Criança e do Adolescente (MINNA) coordenou uma ação que retirou 42 crianças e adolescentes indígenas das ruas de Ciudad del Este, em meio ao frio e ao perigo. Três adolescentes estavam desacompanhados, e uma mulher indígena com sete filhos foi levada a um abrigo. O grupo será reintegrado às comunidades de origem em Guairá, Caazapá e Alto Paraná.
A comunidade Laguna Pato, no Departamento de Presidente Hayes, Chaco paraguaio, voltou a protestar contra a falta de ação estatal. O líder Nanencio Amarilla viajou a Assunção para exigir do Instituto Paraguaio do Indígena (Indi) medidas concretas após seis anos de promessas não cumpridas.
Lideranças de comunidades indígenas nos departamentos de San Pedro, Caaguazú e Canindeyú organizam uma manifestação por tempo indeterminado para cobrar do Instituto Paraguayo del Indígena (Indi) e de outras instituições maior assistência às famílias nativas. A medida pode incluir cortes intermitentes de rodovias.
Moradores de Corumbá Cué, em Mariano Roque Alonso, denunciam agressões e exploração sexual de mulheres indígenas, mas a Promotoria e a Polícia afirmam não ter registrado denúncias oficiais. Imagens de uma jovem encontrada inconsciente em um terreno baldio circulam, enquanto a Promotoria planeja uma operação conjunta com o INDI e a Secretaria da Criança.
Comunidades indígenas urbanas como Tarumandymi, em Luque, mostram avanços em acesso a serviços básicos, mas ainda enfrentam falta de apoio estatal para desenvolvimento econômico e combate à discriminação.