A advogada e ativista María Esther Roa, integrante da Coordinadora de Abogados del Paraguay e do movimento Somos Anticorrupción Paraguay, acusou o Ministério Público e ministros da Corte Suprema do Paraguai de falhas e possíveis favorecimentos, citou salários e vínculos familiares de servidores — incluindo María Verónica Lina Sienra Bertón, Analía Carrillo e parentes de Carolina Llanes —, comparou magistrados corruptos a integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC) e defendeu uma reforma estrutural com mais recursos e proteção para investigadores.
PCC
Cobertura da Pytagua mencionando PCC.
A Operação Espejismo deteve cinco brasileiros em La Paloma, Canindeyú, e apreendeu armas, munições, eletrônicos e dois veículos denunciados como furtados no Brasil. A polícia investiga possíveis vínculos com o PCC e medicamentos falsificados.
A Polícia do Paraguai prendeu dois brasileiros suspeitos de integrar o PCC em Ciudad del Este, um deles com identidade falsa e ordem de captura internacional por tráfico de drogas, que entraram no país da Argentina de forma clandestina e planejavam cruzar ilegalmente para a Argentina.
Uma operação antidrogas no Paraguai resultou em apenas um acusado e gerou questionamentos sobre a morte de dois indígenas, cuja versão oficial de confronto é rejeitada pela comunidade que alega execução.
Operações policiais no Paraguai resultaram na morte de um preso do PCC em uma penitenciária, na prisão de suspeitos ligados à facção e ao narcotráfico em várias cidades, na apreensão de drogas e bens de luxo, e na interceptação na Bolívia de um ônibus com maconha que ostentava o nome do São Paulo.
Em um debate televisivo, o ministro do Interior do Paraguai, Enrique Riera, acusou o criminólogo Juan Martens de ter vínculos com o crime organizado após este relacionar um ataque fatal a um posto policial à corrupção e à atuação de facções criminosas no departamento de Canindeyú.
A Operação Hawala prendeu 10 pessoas por lavagem de R$ 100 milhões para facções criminosas e investiga indícios de um vínculo com a Al-Qaeda na região da Tríplice Frontera.
O analista político internacional Héctor Sosa Gennaro afirmou que o Paraguai está atrasado em estratégia, treinamento e tecnologia para enfrentar facções criminosas transnacionais como o PCC e o Comando Vermelho, ambos designados pelos Estados Unidos como organizações terroristas globais, e criticou a falta de resultados concretos do acordo de cooperação firmado em março entre os presidentes Santiago Peña e Donald Trump.
Após a detecção de um drone não autorizado sobrevoando o Módulo 7 da Penitenciária de Minga Guazú, onde estão detidos membros do PCC e Miguel Ángel Insfrán, uma revista realizada pelas autoridades não encontrou itens ilegais no local.
A Polícia Nacional do Paraguai reforçou a segurança no Aeroporto Internacional Guaraní, em Minga Guazú, após alerta de inteligência sobre um plano de assalto de grande porte. O grupo criminoso, com 17 a 25 integrantes fortemente armados, teria como alvo cargas de eletrônicos, medicamentos e valores. As medidas preventivas se concentram em horários noturnos, especialmente às quartas, sábados e domingos.