O Comitê de Política Monetária do Banco Central do Paraguai decidiu por unanimidade manter a taxa básica de juros em 5,50% ao ano, em um cenário de inflação abaixo da meta, crescimento projetado de 4,2% para 2026 e monitoramento de riscos externos como o preço do petróleo e a política monetária dos Estados Unidos.
Reserva Federal de Estados Unidos
Cobertura da Pytagua mencionando Reserva Federal de Estados Unidos.
O analista Wildo González critica a estratégia monetária do Banco Central do Paraguai, argumentando que a baixa inflação resulta de apreciação cambial e aperto de liquidez, e não de sucesso sustentável. Ele alerta para riscos futuros com a reversão dos fluxos de capital, traçando uma analogia com o conquistador Alejo García.
O Comitê de Política Monetária do Banco Central do Paraguai decidiu, por unanimidade, manter a taxa de política monetária em 5,50% ao ano, em meio a forte dinamismo econômico interno e incertezas externas.