O Ministério da Justiça do Paraguai eliminou o dinheiro em espécie em presídios, substituindo-o por carteiras eletrônicas ativadas por leitura de impressão digital. O sistema já opera no Complexo Penitenciário de Emboscada e em Minga Guazú, com previsão de chegar ao presídio Martín Mendoza. A medida visa coibir subornos, coação e o controle mafioso do dinheiro nas prisões.
Rubén Maciel
Viceministro de Política Criminal del Ministerio de Justicia de Paraguay.
O Tribunal Superior de Justiça Eleitoral (TSJE) reafirmou que as eleições internas de 7 de junho e as municipais de 4 de outubro não serão adiadas, mas se dispôs a realizar até dois dias de esclarecimentos técnicos sobre as máquinas de votação, após questionamentos de setores políticos. A auditoria dos equipamentos ocorreu em fevereiro, com participação de partidos e observadores internacionais.
O sistema judicial paraguaio é criticado por aplicar penas severas a pobres e ser complacente com poderosos. Dados mostram que 60% dos presos são processados sem condenação, enquanto figuras como Dalia López e ex-governadores condenados cumprem prisão domiciliar.