O Club Guaraní emitiu um comunicado questionando a demora no despejo da empresa YEM S.A., que explora o Bingo Guaraní em seu terreno. A instituição esportiva afirma que, apesar de ter obtido decisão judicial favorável em duas instâncias, a empresa, vinculada ao deputado Yamil Esgaib, continua ocupando o imóvel sem pagar o aluguel.
O clube considera "inadmissível" que, com uma decisão judicial a seu favor, o local permaneça ocupado e explorado comercialmente pela sociedade demandada. O comunicado enfatiza que a propriedade privada deve ser respeitada e as resoluções judiciais, cumpridas, especialmente quando envolve um legislador, cuja investidura exige o exemplo de acatar a lei.
Segundo o Guaraní, um Tribunal de Apelação já confirmou a sentença de primeira instância que ordena o despejo. No entanto, a YEM S.A. teria apresentado novos incidentes processuais, classificados pelo clube como manobras protelatórias. A instituição agora aguarda que a Corte Suprema de Justicia julgue rapidamente esses recursos para que a ordem de despejo seja finalmente cumprida e o imóvel restituído ao seu legítimo proprietário.
