O MEC do Paraguai identificou 13 servidores envolvidos em irregularidades no sistema de diplomas, com 130 mil ações suspeitas e 283 funcionários investigados, enquanto o Senado amplia o inquérito para 20 instituições de ensino, incluindo a Universidade Sudamericana.
Luis Ramírez
Cobertura da Pytagua mencionando Luis Ramírez.
O Ministério Público do Paraguai investiga mais de 300 títulos falsos no Ministério da Educação, com funcionários ocupando cargos bem remunerados usando diplomas fraudulentos.
O sindicato dos servidores do MEC solicitou a suspensão da mudança para a nova sede no Puerto de Assunção devido a uma série de problemas estruturais, como falta de água, vazamentos, infestação de baratas e más condições de acesso.
As férias de inverno escolares no Paraguai em 2026 manter-se-ão de 13 a 24 de julho, sem alterações apesar da Copa do Mundo, após o MEC concluir que os jogos da Seleção Paraguaya em horários noturnos não interferiram nas aulas, e as decisões do torneio coincidirão justamente com o recesso.
A saída de Zulma Díaz Penayo da direção de Universidades do MEC se somou a críticas sobre supervisão, credenciamento e transparência no sistema universitário paraguaio. O caso dos títulos falsos abriu um debate mais amplo sobre controles públicos e confiança nos diplomas.
O MEC intervino no Instituto Técnico Superior de Gestão Privada San Expedito, em Horqueta, no departamento de Concepción, para investigar cerca de 1.800 títulos docentes suspeitos de falsificação em uma auditoria com prazo de 45 dias.
O Ministério de Educação e Ciências (MEC) denunciou ao Ministério Público 145 títulos falsos de docentes após auditoria interna que identificou cerca de 1.500 diplomas de autenticidade duvidosa, enquanto especialistas apontam que o esquema pode ser muito maior e atribuem o problema ao credencialismo e à falta de controle do Conselho Nacional de Ensino Superior (Cones).
O governo do Paraguai entregou 1.600 kits de conectividade satelital da Starlink para escolas rurais, centros de saúde e comunidades isoladas, visando levar internet de alta velocidade a mais de 50.000 estudantes e docentes.
Desde 2024, a ANDE realizou dezenas de operações contra ligações clandestinas de criptomineração no Alto Paraná, com prejuízos acumulados de mais de 11 bilhões de guaraníes. A atividade ilegal forçou a estatal a redirecionar fiscalizações para redes de baixa tensão, enquanto segue com obras de modernização elétrica na região.
A Agência Nacional de Avaliação e Acreditação do Ensino Superior (Aneaes) solicitou ao Ministério da Educação e ao Conselho Nacional de Educação Superior (Cones) a intervenção de mais de 100 cursos de Direito que nunca passaram por acreditação obrigatória. O pedido, feito em 4 de maio, foi ignorado até agora, enquanto o escândalo do ex-senador Hernán Rivas expõe fragilidades no sistema de registro de diplomas.