A Contraloría Geral da República (CGR) do Paraguai abriu um sumário administrativo contra o ex-senador Javier “Chaqueñito” Vera por não ter apresentado sua declaração jurada de bens e rendas dentro do prazo legal após o término de seu mandato.
Segundo a legislação vigente, todo funcionário público tem 15 dias úteis após o afastamento para entregar o documento. Vera, que perdeu o cargo por decisão unânime do Senado em meio a denúncias de tráfico de influências, não cumpriu o prazo.
O diretor de Declarações Juradas da CGR, Armindo Torres, explicou que as sanções econômicas atualmente são proporcionais ao salário do ex-servidor, variando entre 20% e 100% da remuneração, conforme o tempo de atraso. Torres também destacou que, mesmo sem a declaração, a CGR pode realizar exames patrimoniais e monitorar a evolução dos bens do ex-senador.
A CGR adiantou que outros ex-senadores que deixaram recentemente seus cargos também deverão apresentar suas declarações juradas em breve, conforme determina a lei.