O Ministério Público imputou o ex-diretor da Senad Mauro Ruiz Díaz e sua ex-esposa, Andrea Karina Martí, por suspeita de enriquecimento ilícito e lavagem de ativos após a movimentação de G. 2,8 bilhões sem origem justificada, e pediu o bloqueio de contas e bens; Ruiz Díaz também é investigado por supostos vazamentos ligados ao caso A Ultranza PY, sem que haja condenação.
Contraloría General de la República
Cobertura da Pytagua mencionando Contraloría General de la República.
O Ministério da Economia e Finanças transferiu mais de G. 2,33 trilhões a governos departamentais e municipalidades paraguaias nos oito primeiros meses de 2026. Uma planilha registra ausência de repasses para Assunção e outros cinco municípios, sem detalhar, por si só, a razão individual de cada caso.
A Câmara dos Deputados do Paraguai voltará a analisar um projeto que pode permitir o cálculo separado de diferentes produtos financeiros de uma mesma instituição, enquanto as aplicações do IPS no Ueno Bank superaram o limite legal indicado nas fontes.
A Câmara dos Deputados do Paraguai concluiu apenas oito das 41 sessões do ano por falta de quórum, deixando projetos sem votação, e prepara mudanças no regimento para efetivar descontos e punir parlamentares ausentes.
Rumores sobre um possível juicio político contra ministros da Corte Suprema dividem o Partido Colorado no Paraguai, embora não exista proposta formal. Derlis Maidana diz que Santiago Peña negou qualquer iniciativa do governo, enquanto Mario Varela reconhece articulações que poderiam envolver senadores liberais, Juan Bartolomé Ramírez e uma eventual movimentação política após as eleições municipais.
A Câmara dos Deputados do Paraguai reelegeu Camilo Benítez, com 64 votos, e elegeu Armindo Torres para a cúpula da Controladoria-Geral, órgão constitucional que fiscaliza recursos, patrimônio, orçamento e atividades econômicas e financeiras do Estado. A composição dos dois principais cargos com integrantes da ANR gerou críticas da oposição, enquanto Camilo Pérez aparece à frente em levantamentos eleitorais de metodologia incompleta.
O julgamento de Miguel Prieto e outros dez acusados no caso Tía Chela, sobre a compra de 25 mil kits de alimentos em 2020, continuará em 7 de setembro, após a primeira audiência terminar sem a produção das principais provas.
Auditoria da Controladoria-Geral apresentada ao Congresso em 31 de agosto apontou pagamentos superiores a G. 50 bilhões a mais de 11 mil aposentados mortos no IPS, além de divergências de G. 624 bilhões em estoques, enquanto médicos públicos mantêm mobilização por melhores salários e condições de trabalho.
A Corte Suprema do Paraguai paga um salário superior a 22 milhões de guaranis por mês à esposa de um de seus ministros, que ocupa o cargo de diretora-geral, sem possuir registro de sua escolaridade nos autos oficiais, o que gerou fortes críticas de juristas que apontam a nomeação como irregular e eticamente questionável.
O Ministério da Educação do Paraguai está criando um registro criptográfico de diplomas com blockchain após um escândalo interno que revelou centenas de documentos falsos.
O Ministério Público do Paraguai imputou nove pessoas, incluindo dois ex-presidentes do IPS, por um suposto desvio de 61 bilhões de guaranis em uma obra de quirófanos nunca concluída, em meio a uma crise na instituição onde a Controladoria aponta prejuízos muito maiores e beneficiários exigem investigações amplas.
O presidente Santiago Peña comemora a expansão do programa Fome Zero, que atende mais de um milhão de alunos, enquanto o senador Ignacio Iramain critica a falta de uma medição confiável de seu impacto real, apontando falhas operacionais e a ausência de uma linha de base para avaliação.
O juiz Humberto Otazú decidiu levar o ex-prefeito de Ciudad del Este Miguel Prieto e outros seis réus a julgamento por acusações relacionadas a compras de alimentos na pandemia que, segundo o Ministério Público, causaram prejuízo de G. 306.188.500. Prieto nega irregularidades e afirma que o processo tem motivação política.
A Controladoria-Geral do Paraguai concluiu que o crescimento patrimonial do ex-prefeito de Assunção, Óscar "Nenecho" Rodríguez, está justificado por seus rendimentos legais, apesar de ele ter renunciado em meio a escândalos de corrupção e sido denunciado por associação criminosa.
Senado e Controladoria-Geral da República do Paraguai firmam acordo para investigar esquema de diplomas acadêmicos falsos, atuando em três frentes: falta de acreditação, cursos irregulares e falsificação direta.
O ex-prefeito de Tomás Romero Pereira declarou à Controladoria-Geral uma perda patrimonial de G. 1,1 bilhão, enquanto o Ministério Público investiga um prejuízo de G. 9 bilhões ao município e a Câmara dos Deputados mantém paralisados há três anos os pedidos de intervenção na prefeitura.
O presidente paraguaio Santiago Peña avançou em seu plano anticorrupção com apoio dos Emirados Árabes Unidos, focando em digitalização e transparência para otimizar o gasto público.
O Grupo Vázquez, cujo principal banco recebeu bilhões em depósitos públicos do IPS, expandiu-se rapidamente durante o governo Peña, enquanto o banco defende a legalidade das operações.
O MEC do Paraguai identificou 13 servidores envolvidos em irregularidades no sistema de diplomas, com 130 mil ações suspeitas e 283 funcionários investigados, enquanto o Senado amplia o inquérito para 20 instituições de ensino, incluindo a Universidade Sudamericana.
O presidente do Congresso, Bachi Núñez, defende a nomeação de correligionários para a Controladoria-Geral com o argumento de romper um ciclo de ex-controladores da oposição condenados, apesar de críticos apontarem contradições em seu discurso de idoneidade devido a apoios recentes a figuras investigadas e à estratégia de ocupação de cargos pelo oficialismo.
O senador opositor Rafael Filizzola acusa o governo Peña de descontrole e impunidade em casos de corrupção, citando como exemplos o depósito irregular de fundos do IPS no Ueno Bank, a suposta leniência com o ex-titular da Seprelad Óscar Boidanich, o arquivamento de denúncias sobre a Itaipú e a absolvição do presidente em investigação patrimonial.
O Ministério Público solicitou ao presidente Santiago Peña que informe se autorizou um acordo extrajudicial milionário do IPS, conforme declarado pelo ex-diretor jurídico da instituição, José González Maldonado, que é investigado por lesão de confiança.
A intendente de Valenzuela, Mirtha Fernández, é julgada por desviar G. 1,2 bilhão em obras fantasmas em esquema que envolveu funcionários municipais e empresas de construção.
Dois vereadores e o ex-contador confirmaram em audiência que o prefeito de Jesús de Tavarangüe, Víctor Garay, desviou cerca de G 2,44 bilhões para uma "comissão paralela", usando recursos de leis de patrimônio cultural para obras precárias e sem licitação, conforme acusação do Ministério Público por lesão de confiança.