Médicos especialistas paraguaios retiraram as renúncias e suspenderam a adesão à greve de 21 e 22 de setembro após acordo com o Ministério da Saúde, que prevê negociar salários diferenciados para áreas de alta complexidade, ainda dependentes de aprovação orçamentária e legislativa.
Ministerio de Salud Pública y Bienestar Social
Cobertura da Pytagua mencionando Ministerio de Salud Pública y Bienestar Social.
O projeto do Orçamento Geral da Nação do Paraguai para 2027 prevê US$ 76,5 milhões para subsidiar o transporte público de Assunção e da região metropolitana, com cobertura vinculada a endividamento público e, segundo relatos locais, à emissão de bônus. Parlamentares questionam o aumento diante dos problemas do serviço.
Documentos apresentados por Óscar Tuma são apontados como evidência de que Basilio Núñez se graduou em Medicina na Universidad Nacional del Nordeste, na Argentina, e trabalhou como médico cirurgião no serviço público, mas não demonstram sua alegada especialização em neurocirurgia, questionada por Aníbal Filártiga.
O Congresso paraguaio iniciou a análise do PGN 2027, estimado em G. 166,3 trilhões e com saúde entre as prioridades, enquanto o Senado prepara pedidos de informações ao Banco Central sobre o Ueno Bank e parlamentares negociam reivindicações salariais de médicos.
O governo paraguaio propôs reajuste salarial e um escalafão para médicos da rede pública baseado em formação, especialização, antiguidade e responsabilidades após representantes médicos anunciarem 631 pedidos de demissão; o Ministério da Saúde contabiliza 270 formalizados.
O governo do Paraguai propôs equiparar, a partir de julho de 2027, os salários de médicos contratados aos dos nomeados e pagar feriados trabalhados, mas o Sinamed considera a oferta insuficiente e decidirá sobre uma nova greve em assembleia.
O Programa Adultos Mayores custará US$ 564 milhões em 2027, incorporará 30 mil pessoas e chegará a 406 mil novos beneficiários, enquanto cerca de 100 mil concluirão o ingresso em 2028; o ministro Óscar Lovera também informou US$ 200 milhões adicionais já previstos em 2026 para medicamentos e insumos, rejeitou um reajuste geral de 76% para 12 mil médicos por falta de financiamento e Rossana González reconheceu muitos dados sobre seus dois vínculos com o Ministério da Saúde, vínculo duplo com o Instituto de Previsión Social (IPS), renda mensal de cerca de G. 25 milhões e atendimento alegado de 37 pacientes em 2025 e nenhum em 2026, afirmando trabalhar no Hospital San Pablo, que tem 1.200 funcionários vulneráveis.
O projeto do Orçamento Geral da Nação 2027 do Paraguai prevê gastos de G. 166,322 trilhões, alta de 11,2% e déficit de até 3,9% do PIB, mas não inclui o reajuste salarial reivindicado pelos médicos em greve, enquanto cinco bebês foram transferidos após uma infestação de pulgas em uma neonatologia de Ciudad del Este.
Ao menos 197 médicos especialistas formalizaram renúncias no Paraguai após a greve de cinco dias, enquanto pacientes denunciam falta de medicamentos e insumos, o governo atribui a restrições fiscais a rejeição do reajuste linear e avalia medidas para cobrir vagas, regularizar 2.390 contratados e incluir US$ 760 milhões para remédios e insumos na proposta orçamentária de 2027, ainda não aprovada; docentes universitários também ameaçam mobilização, e Eduardo Nakayama propõe eliminar seguros privados pagos pelo Estado para destinar US$ 100 milhões a US$ 120 milhões anuais à saúde pública, sem transferir a pressão para o IPS, que enfrenta sua própria crise.
O Decreto nº 6.692, assinado por Santiago Peña, autoriza a desafetação e a transferência onerosa de um terreno militar de mais de 9 hectares, no Km 8 de Ciudad del Este, para o Ministério da Saúde construir o Gran Hospital de Alto Paraná. A Itaipu financiará integralmente a obra física, inicialmente planejada com 204 leitos e 56 vagas de terapia intensiva.
Em meio à greve nacional de médicos, o Paraguai debate elevar impostos sobre tabaco e outros tributos para financiar a saúde, enquanto economistas e empresários defendem melhorar a gestão pública, reduzir desperdícios e preservar a previsibilidade para evitar impactos sobre investimentos.
O Ministério da Saúde destinou 44 ambulâncias para o Rally do Paraguai, medida que gerou críticas sobre a concentração temporária de recursos e levantou questões sobre a capacidade de resposta emergencial, a alocação de recursos públicos e o planejamento de eventos regionais.
A greve nacional dos médicos paraguaios suspendeu consultas e cirurgias não urgentes pelo segundo dia, enquanto o Sinamed exige reajuste salarial, estabilidade e melhores condições, e governo e Congresso tentam negociar diante de restrições orçamentárias.
Dois advogados foram condenados a dois anos de prisão com suspensão condicional após admitirem, em procedimento abreviado, sua participação no esquema de fraudes processuais conhecido como máfia dos pagarés da Recoleta.
Um projeto que redireciona 500 bilhões de guaranis de gastos considerados supérfluos para a compra de medicamentos está parado no Senado paraguaio devido à falta de parecer da Comissão de Fazenda, que não se reuniu, revelando uma divisão interna no oficialismo.
O IPS iniciou seu plano de reabastecimento com a chegada de 124 medicamentos, que reduzirá o índice de desabastecimento de 28% para 19% nos próximos 15 dias e deve cobrir a demanda por dois meses.
O Senado paraguaio aprovou em comissão um empréstimo de US$ 286 milhões para um corredor de integração, enquanto senadores da oposição acusaram o Ministério de Obras Públicas de corrupção por alegados sobrepreços em licitações, levando à convocação da ministra Claudia Centurión para prestar esclarecimentos.
Estudo oficial do Ministério da Saúde do Paraguai revela que 24% da população com mais de 50 anos sofre de alguma deficiência visual, afetando cerca de 236 mil pessoas, com a catarata sendo a principal causa de cegueira.
O Ministério da Saúde do Paraguai prepara um amplo operativo com 500 profissionais, 42 postos fixos, 44 ambulâncias e cinco clínicas móveis para o Campeonato Mundial de Rally em Itapúa em agosto de 2026, centrado no Hospital Geral da região.
A crise no sistema de saúde público e no IPS do Paraguai força famílias a arcar com altos gastos do próprio bolso para medicamentos e tratamentos, levando muitas à ruína financeira.
A Comissão de Fazenda do Senado paraguaio paralisou um projeto que redirecionaria recursos de comunicação para a saúde e adiou por 15 dias a análise de uma ampliação orçamentária para pagar dívidas do setor.
O sistema público de saúde paraguaio realizou seu primeiro implante de um marcapasso bicameral de alta complexidade no Instituto Nacional de Cardiologia, um marco histórico possibilitado pela modernização do hospital financiada pela Itaipu Binacional.
Pacientes com doenças raras e crônicas no Paraguai estão sem medicamentos essenciais há oito meses devido à falta de Certificados de Disponibilidade Presupuestaria, e a Federación Paraguaya de Pacientes con Enfermedades Raras acusa o governo, incluindo o presidente Santiago Peña e o ministro da Economía, Óscar Lovera, de não responder às solicitações, enquanto as licitações atuais atendem apenas 70 dos mais de 350 pacientes necessitados.
Luis Carlos Ortiz Godoy, paciente do Instituto Nacional do Câncer (INCAN), venceu um amparo constitucional para receber o medicamento glofitamab, mas o Ministério da Saúde Pública e Bem-Estar Social (MSPBS) não cumpriu a ordem judicial após mais de 60 dias.