Ao menos 197 médicos especialistas formalizaram renúncias no Paraguai após a greve de cinco dias, enquanto pacientes denunciam falta de medicamentos e insumos, o governo atribui a restrições fiscais a rejeição do reajuste linear e avalia medidas para cobrir vagas, regularizar 2.390 contratados e incluir US$ 760 milhões para remédios e insumos na proposta orçamentária de 2027, ainda não aprovada; docentes universitários também ameaçam mobilização, e Eduardo Nakayama propõe eliminar seguros privados pagos pelo Estado para destinar US$ 100 milhões a US$ 120 milhões anuais à saúde pública, sem transferir a pressão para o IPS, que enfrenta sua própria crise.
Ministerio de Economía y Finanzas
Cobertura da Pytagua mencionando Ministerio de Economía y Finanzas.
Mercosul realizou em Buenos Aires a primeira rodada de negociações com o Vietnã para um acordo comercial preferencial, que busca ampliar o acesso a mercados, diversificar exportações e favorecer investimentos.
Em meio à greve nacional de médicos, o Paraguai debate elevar impostos sobre tabaco e outros tributos para financiar a saúde, enquanto economistas e empresários defendem melhorar a gestão pública, reduzir desperdícios e preservar a previsibilidade para evitar impactos sobre investimentos.
O Poder Executivo do Paraguai estabeleceu, por decreto, a redução de 1,5% para 1,4% ao mês da taxa de juros dos acordos de parcelamento de tributos administrados pela DNIT, a Direção Nacional de Receitas Tributárias, a partir de 1 de setembro de 2026.
Governo do Paraguai negocia US$ 1,3 bilhão em empréstimos com CAF, BID, Banco Mundial e JICA para projetos de infraestrutura, energia e logística, com US$ 700 milhões destinados ao Ministério de Obras Públicas e Comunicações.
A Corte Suprema do Paraguai paga um salário superior a 22 milhões de guaranis por mês à esposa de um de seus ministros, que ocupa o cargo de diretora-geral, sem possuir registro de sua escolaridade nos autos oficiais, o que gerou fortes críticas de juristas que apontam a nomeação como irregular e eticamente questionável.
Enquanto o economista Sergio Sapena defende elevar a dívida paraguaia para 70% do PIB para financiar o desenvolvimento, o governo de Santiago Peña já emitiu US$ 5,4 bilhões em títulos e especialistas alertam para os riscos do acelerado endividamento em meio a déficits fiscais.
O Ministério da Economia e Finanças do Paraguai efetuou pagamentos de indenização a 46 vítimas da ditadura stronista, enquanto outros 18 beneficiários tiveram os pagamentos suspensos devido a documentos pendentes.
O Ueno Bank ampliou seus depósitos públicos no Paraguai para US$ 862 milhões em julho, captando US$ 52 milhões em um mês e gerando debate sobre limites para recursos estatais em instituições financeiras, enquanto nega irregularidades e rebate críticas sobre seus investimentos e ativos intangíveis.
O Paraguai lançou uma estratégia nacional de inclusão financeira para 2026-2031, que visa promover o uso responsável de serviços financeiros e combater o sobreendividamento, após um rápido crescimento do crédito ao consumo no país.
O governo paraguaio negocia a cessão de US$ 400 milhões para pagar parte de sua dívida de cerca de US$ 1 bilhão com fornecedores farmacêuticos, com um valor de US$ 320 milhões já disponível para negociação.
Presidente Santiago Peña completa três anos de governo no Paraguai com crescimento econômico, obtenção do grau de investimento e aumento de investimentos estrangeiros, mas enfrenta déficit fiscal crescente, dívida pública em alta e desafios estruturais em áreas como arrecadação, reformas previdenciárias e fragilidade institucional.
Paraguai registrou aumento de 40% nos investimentos estrangeiros diretos em 2025, impulsionado por energia hidrelétrica e telecomunicações, enquanto o governo lança estratégias como a "Revolução Industrial" para atrair mais capital e duplicar o PIB com reformas setoriais.
O novo sistema SIARA do Paraguai já habilitou milhares de pessoas e estruturas jurídicas e processou mais de 87 mil solicitações desde sua implementação em janeiro.
O governo paraguaio projeta um déficit fiscal de 3,9% do PIB e uma nova dívida de US$ 600 milhões para 2027, plano que é criticado por especialistas e pelo presidente do Congresso como fiscalmente irresponsável e insustentável sem cortes de gastos e reformas.
O Senado paraguaio adiou a votação da lei de transparência dos combustíveis e do projeto de lei de seguros para formar mesas de trabalho, após objeções de órgãos reguladores e falta de consenso nas comissões.
A ANDE mantém paralisados há anos dois projetos estratégicos: a venda de energia da usina Acaray ao Brasil e a emissão de títulos próprios, ambos sem cronograma oficial de conclusão.
A DNIT e a Associação de Bancos do Paraguai (Asoban) assinaram um acordo para criar uma plataforma de compartilhamento seguro de dados fiscais e bancários a partir de 2027, enquanto a autoridade tributária também revisa regimes especiais e regulamenta criptoativos para aumentar a arrecadação.
O Ministério da Economia do Paraguai iniciará uma revisão integral do orçamento público e buscará um empréstimo para quitar dívidas acumuladas com fornecedores da Saúde.
Ex-ministros da Fazenda alertam que a capacidade tributária do Paraguai atingiu seu limite e que o crescente déficit fiscal pode ser um problema estrutural, defendendo maior eficiência no gasto público.
O governo Peña prepara um projeto para elevar temporariamente o teto do déficit enquanto paga US$ 1,27 bilhão em dívidas quantificadas e planeja voltar ao limite de 1,5% do PIB em 2028.
O presidente Santiago Peña e o ministro da Economia, Óscar Lovera, reuniram-se com ex-ministros, que alertaram que o reconhecimento de uma dívida oculta de US$ 280 milhões com fornecedores da saúde elevará o déficit fiscal próximo a 4% do PIB, descumprindo a meta de 1,5% até 2028.
Distribuidoras privadas de combustíveis no Paraguai aumentaram os preços em até G. 800 por litro para o diesel e entre G. 500 e G. 600 para as gasolinas, citando a inviabilidade de manter valores anteriores diante da alta no mercado internacional de petróleo.
O Paraguai assumiu pela primeira vez a presidência da Red SNIP para o período 2026-2028 e apresentou seus avanços na incorporação de critérios climáticos e na evolução para um Sistema Nacional de Investimento Público mais estratégico.